Vou voltar a escrever.
Há alguns anos vivo um amor que não tem nada de Melancolia de Diana.
Sem dúvida, nestes quase 5 anos, este amor me arremessou violentamente pra fora da minha zona de conforto.
Aprendi a amar um amor-fogo, inconstante, perigoso. Muitos dedinhos queimados até aprender a brincar com o fogo.
O fogo as vezes se ausenta, eu fico louca, como uma menina inteligente e pirracenta, quero fazer jus ao meu premio. E o fogo vem, e me consome de dentro pra fora.
Quando o fogo está, me contagia, os olhos brilham, o mundo é nosso.
Mas quando o fogo se ausenta, não durmo, sinto falta do toque quente, sinto falta das palavras de amor, dos pequenos gestos, da alegria nas pequenas coisas.
Eu sei que existem vários tipos de amor e se tem um volátil e inconstante, é o fogo.
Temo sofrer. Mas o fogo está aqui e eu estou feliz e com o coração aquecido como só o amor-fogo pode fazer.
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